quarta-feira, 30 de abril de 2014

Iridium Go dá-te internet em (quase) todo o planeta .



Há cada vez mais pessoas para quem uma ligação à internet não é apenas uma comodidade mas uma absoluta necessidade. Para todos aqueles que querem uma forma de se manterem ligados independentemente do local onde estejam e de todo o tipo de cataclismos que possam acontecer, a Iridium tem agora uma pequena solução que diz ser "mais económica".


Quem quer garantir uma ligação internet em casa poderá subscrever dois (ou mais) serviços de diferentes fornecedores, ficando com uma ligação via telefone, outra por cabo e outra por fibra; quem o quer fazer fora de casa pode optar por diferentes operadores móveis; mas se tiverem por hábito viajar para locais remotos, ou locais de catástrofe onde as infraestruturas de comunicações tiverem sido inibidas, ou ainda locais onde as comunicações estejam a ser deliberadamente bloqueadas, nenhuma dessas soluções vos ajudará.

Resta-nos olhar para o céu, que é como quem diz: para os satélites. A Iridium apresentou o seu novo Iridium Go, que na prática é equivalente a um pequeno hotspot mobile, permitindo partilhar internet com até cinco dispositivos; mas que tem a particularidade de garantir essa ligação via satélite e não através das redes 3G/4G terrestres.

Sem dúvida que será um produto interessante para muitos - mas há que ter em conta que a noção de "solução económica" para a Iridium poderá não ser a mesma que a nossa, sabendo-se apenas que este Go irá custar menos de $800 (aos quais certamente teremos que adicionar o custo do serviço, que também não deverá ser nada barato).
 
Fonte: abertoatedemadrugada.com

Americano lista 10 hábitos brasileiros que aterrorizam os turistas.

Após morar três anos no Brasil, um americano decidiu listar em seu blog hábitos brasileiros odiáveis que o fizeram detestar o país
Protegido pelo codinome de Still Here, o americano é casado com uma brasileira e morou três anos no Brasil, antes de voltar para sua terra natal. Confira a lista...

imagem - reprodução internet imagem - reprodução internet
 
1) Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite.

 Mesmo se você pedir educadamente para abaixar o volume, ele lhe diz para você ir se f*. E educação básica? Um simples "desculpe", quando alguém esbarra com tudo em você na rua não existe.

2) Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um "instinto de sobrevivência" em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público.
Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso?

É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.

3) Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.

4) Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e no governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.

5) Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.

6) Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.

7) A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc.

Existem leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em condomínios fechados.

8 ) Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante.

Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros.

 E para os empresários, seguir as regras e pagar todos os impostos torna um negócio quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.

9) Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade.

Mas no Brasil, a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição. Você é criticado por não se comportar "normalmente" se você optar por ficar sozinho.

10) E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) que realmente é uma porcaria. E claro, cervejas importadas são extremamente caras.

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

terça-feira, 22 de abril de 2014

Crianças imunes a vírus podem ser a chave para o tratamento de doenças virais.

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O caso de um casal de irmãos (um menino de 11 anos e uma menina de 6) foi relatado recentemente no New England Journal of Medicine e pode representar um novo e brilhante momento para a medicina. Os dois foram diagnosticados com uma doença genética extremamente rara que, resumidamente, fornece proteínas quebradas aos vírus que invadem seus organismos. Isso faz com que eles se tornem imunes a muitas classes de vírus.

Esses irmãos são apenas o segundo e terceiro caso já verificado com este raro distúrbio genético. A primeira foi constatada em um bebê que morreu com 74 dias. O maior problema é que a imunidade aos vírus, no entanto, tem um custo – tanto o menino quanto a menina têm problemas de desenvolvimento, ossos frágeis e um sistema imunológico drasticamente enfraquecido, o que torna ainda mais notável o fato de eles não terem doenças como infecções de ouvido ou gripe.

Todos esses efeitos colaterais acontecem porque essa mutação genética afeta um processo biológico básico chamado glicosilação, que é quando uma molécula de açúcar está ligada a uma proteína. Estas proteínas de açúcar resultantes são usadas ​​em todo o corpo, e também por vírus – que as roubam para construir uma espécie de escudo protetor para seu material genético. E quando essas proteínas de açúcar são perturbadas, a ação de vírus como os da gripe, herpes, dengue, hepatite C e até HIV é bloqueada, o que sugere novas possibilidades de tratamentos antivirais.

Possibilidades

Tratamentos antivirais podem bloquear temporariamente a glicosilação para prevenir a infecção viral sem os efeitos secundários devastadores de que falamos. Inclusive, algumas estratégias já estão sendo testadas, como uma droga que está atualmente sendo aplicada em pacientes com HIV. Segundo os médicos, os efeitos parecem promissores. “O pior efeito colateral foi flatulência”, disse o Dr. Sergio Rosenzweig.

Quanto a essas crianças, o distúrbio genético que elas têm é tão rara que ainda não é bem compreendida. No entanto, é uma nova perspectiva para a compreensão de como o corpo humano e os vírus interagem, abrindo portas para novas drogas que possam interferir em outras partes do processo de glicosilação e tratar outras infecções virais. Temos um longo caminho pela frente, mas estas duas crianças podem ser a chave para o segredo de como combater diversos vírus.

Fonte: Gizmodo

terça-feira, 15 de abril de 2014

Carros poderão falar entre si para evitar acidentes

Autoridades americanas autorizaram na segunda-feira o uso de tecnologia de comunicação “veículo a veículo”, que permite trocar dados de segurança básicos

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Parece ficção científica, mas os carros que circulam por estradas americanas em breve poderão “falar” entre si para evitar acidentes.

Autoridades americanas autorizaram na segunda-feira o uso de tecnologia de comunicação “veículo a veículo”, que permite trocar dados de segurança básicos, como velocidade e posição, para ajudar a evitar colisões.

“A tecnologia ‘veículo a veículo’ representa a próxima geração de melhorias de segurança em carros, depois de avanços que permitiram salvar vidas, como os cintos de segurança e os ‘airbags’”, disse o secretário de Transporte dos Estados Unidos, Anthony Foxx, ao anunciar a aprovação.

“Ao ajudar os motoristas a evitar acidentes, esta tecnologia terá um papel-chave para melhorar os deslocamentos, garantindo, ao mesmo tempo, que os Estados Unidos continuem sendo líderes na indústria mundial do automóvel”, prosseguiu.

A aprovação acontece depois de um projeto de testes iniciado em 2012, no qual foram usados veículos equipados com dispositivos sem-fio para alertar os motoristas sobre perigos específicos, como uma colisão iminente em um cruzamento ou um veículo parado mais adiante.

Segundo as autoridades, esta tecnologia pode ajudar a evitar colisões traseiras, pela troca de faixa ou em interseções, mas esclareceram que o sistema não inclui tecnologia de frenagem automática ou de mudança de direção.

A Administração Nacional de Segurança nas Estradas (NHTSA) informou que apresentará um relatório aberto a comentários do público com o objetivo de estabelecer normas para esta nova tecnologia.

A agência informou que os sistemas levarão em conta a “segurança e a proteção da privacidade” para garantir que os veículos possam confiar em mensagens enviadas de outros veículos.

“Dentro de algumas décadas, o mais provável é que olhemos este período como um em que a segurança do transporte mudou consideravelmente para melhor”, afirmou David Friedman, da NHTSA, comparando-o à introdução de normas para cintos de segurança e os “airbags”.

Scott Belcher, da Intelligent Transportation Society of America, grupo comercial que representa as indústrias de transporte e tecnologia, comemorou o anúncio.

“Embora a indústria automobilística tenha dado grandes passos para reduzir as mortes e lesões após um acidente, o grande passo seguinte é permitir a comunicação em tempo real entre veículos e com o mundo que os cerca para evitar, com isso, todos os acidentes”, indicou Belcher em um comunicado.

AFP

Brasileiros criam microturbina para mísseis.

A Polaris, de São José dos Campos (SP), desenvolveu uma turbina para mísseis e negocia a venda do equipamento a fabricantes internacionais de armamentos.

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São Paulo — A Polaris, empresa de São José dos Campos (SP), desenvolveu uma microturbina para mísseis que vem despertando interesse de fabricantes internacionais de armamentos graças às inovações presentes nela.

“O grande problema das turbinas desse tamanho é o consumo de combustível”, diz Luís Klein, diretor comercial da Polaris. A empresa criou um novo desenho de compressor — um dos componentes da turbina — que é compacto e eficiente.

Segundo Klein, seu uso permitiu baixar o consumo significativamente. A consequência disso é que o míssil pode ter alcance maior. Ou pode levar menos combustível, o que deixa espaço para uma carga explosiva mais poderosa.

A turbina, chamada TJ200, pesa menos de 10 kg e tem apenas 16 cm de diâmetro. É capaz de impulsionar um míssil de 500 kg. Num voo de 250 km, gastaria apenas 50 litros de querosene de aviação, afirma Klein.

A TJ200 foi exposta em fevereiro num evento do exército americano no Alabama. Segundo Klein, ela despertou interesse de diversos fabricantes de armamentos. Mas, por enquanto, há apenas protótipos do equipamento.

A Polaris existe desde 1999. Até hoje, ela tem se dedicado basicamente a pesquisa e desenvolvimento. De seu escritório em São José dos Campos já saíram projetos e protótipos de turbinas de vários tipos, incluindo uma para geradores de energia.

Agora, o desafio é passar de uma empresa de desenvolvimento para uma de fabricação. “Tivemos financiamento da Finep para desenvolver a turbina. Mas ainda não conseguimos capital suficiente para montar uma fábrica e produzi-la”, diz Klein.

Ele conta que a empresa estuda diversas opções para a fabricação, incluindo uma eventual parceria com uma empresa no exterior. Neste mês, a TJ200 vai ser exposta na maior feira de armamentos da América Latina, a Fidae, que começa no dia 25 em Santiago, no Chile.

Maurício Grego, de Exame

Menor motor a combustão do mundo cabe em um chip

O projeto é tão inovador e surpreendente que os pesquisadores confessam que não sabem exatamente como ele funciona:

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Uma equipe de pesquisadores da Rússia, Holanda e Alemanha criou um micromotor à combustão, tão revolucionário que nem os pesquisadores sabem ao certo como ele funciona.

O que eles sabem é que o combustível do micromotor são bolhas de oxigênio e hidrogênio, que parecem entrar em combustão dentro de uma pequena câmara que possui uma membrana flexível em uma de suas extremidades.

A câmara de combustão fica cheia de uma solução salina, que é suprida por dois canais laterais. Dois fios injetam eletricidade na solução salina, o que faz o hidrogênio e o oxigênio da água se dissociarem por eletrólise.

As pequenas bolhas de gás geradas elevam a pressão dentro da câmara (3,6 bar), forçando a membrana ligeiramente para fora, deslocando cerca de 1,4 micrômetro.

Quando a corrente elétrica é desligada, a membrana volta à sua posição original. E a membrana volta rápido demais. Os pesquisadores acreditam que o hidrogênio e o oxigênio entram em combustão, liberando água. E o ligar/desligar gera um movimento mecânico que pode ser estudado para alguma finalidade futura.

O micromotor é minúsculo, medindo 100 x 100 x 5 micrômetros, essencialmente um motor em um chip, fabricado em uma placa de silício. Segundo os pesquisadores, o micromotor produz um torque muito elevado para o seu tamanho, o que permitirá seu uso como bomba de fluidos, em biochips ou até mesmo no interior do corpo humano.

O próximo passo é descobrir qual o menor tamanho possível de um micromotor, e tentar obter novas pistas sobre seu funcionamento. “Este atuador é o primeiro passo para motores a combustão verdadeiramente microscópicos,” afirmam eles.

Fonte: Inovação Tecnológica

Novo implante faz pacientes paraplégicos moverem suas pernas de novo

Técnica que utiliza eletrodos produz estímulos elétricos que permitem que pessoas paralisadas da cintura para baixos possam mover pernas e dedos outra vez.
Novo implante faz pacientes paraplégicos moverem suas pernas de novo




Fonte da imagem: Reprodução/YouTube (New Scientist)

Uma técnica pioneira desenvolvida recentemente utiliza implantes elétricos na espinha de pacientes paralisados e pode ajuda-los a mover suas pernas novamente. Espera-se que, em breve, o implante possa até mesmo permitir com que eles possam andar mais uma vez, também.

A nova pesquisa — parte de um estudo de cientistas do Centro de Pesquisa de Danos na Medula Espinhal de Kentucky, entidade que integra a Universidade de Louisville — fez com que quatro homens de cadeiras de rodas, cujas pernas eram completamente paralisadas, pudessem se movimentar outra vez ao equipá-los com uma sustentação de eletrodos na região lombar no cordão espinhal. Esse é o dispositivo principal que faz um elo entre o cérebro e a medula.

Era esperado que através da estimulação correta, as pernas dos pacientes pudessem se movimentar novamente. A experiência funcionou e agora os quatro pacientes podem mover seus dedos e pernas — alguns, agora, podendo até mesmo levantar 100 kg com elas.

 

Como funciona

“O implante restaura o que, em pessoas saudáveis, seria a capacidade de descanso do cordão espinhal, a base de atividade elétrica que mantém o cordão alerta, mas que decai com a falta de uso em pessoas que são paralisadas”, diz Claudia Angeli, do centro de pesquisa.

“Uma vez que o ímpeto dessa base elétrica é restaurado artificialmente, o cordão acorda novamente e consegue registrar as ‘vontades’ de movimentação do cérebro, convertendo isso em movimentos refinados.”

Como você pode ver no vídeo acima, a coordenação presente ainda não é suficiente para fazer com que estes pacientes andem, mas esse é o próximo passo dos pesquisadores. Eles esperam que aumentando o número de eletrodos de 16 para 27, haja mais controle dos movimentos e que isso venha ajuda-los a andar de novo. Os cientistas estão no momento testando o novo dispositivo em animais.


Fonte: Megacurioso