quinta-feira, 24 de julho de 2014

RYNO Cycle

De frente é uma moto comum, mas de lado, você nem imagina.
 
Ryno moto de uma roda


Ao olhar de frente, é só mais uma moto , mas espere até vê-la de lado.

Pra adiantar, podemos dizer que não se trata de uma motocicleta convencional. Além de elétrica, a RYNO possui sistemas de giroscópios e acelerômetros. E aí, já tem uma idéia?

Toda sua tecnologia foi projetada para fazer com que ela pudesse se manter de pé. Até aí, pode parecer normal... mas o fato é que ela possui somente uma roda!


A RYNO Cycle tem sua velocidade limitada a 40 km/h, e foi pensada para trajetos curtos, principalmente de cidades grandes. A empresa RYNO Motors só faz um pedido: que não a chamem de Scooter, "por favor, ela é bem diferente".


Seu peso é de 60kg e pode carregar até 115kg, e mesmo se tratando de um veiculo elétrico, sua autonomia permite ao condutor que ele percorra até 16 quilômetros de distância.

Além de toda essa inovação, ela ainda possui dois modos de pilotagem. O primeiro, chamado Novice, ela mantém um estilo mais fácil para os motoqueiros de primeira viagem. No segundo modo, o Advanced, ela permite que o piloto alcance uma velocidade maior, mas pra isso, é preciso um pouquinho de prática, afinal, ela só tem uma roda.

Apesar de já ter custado cerca de US$25.000 no lançamento, atualmente (julho de 2014) ela sai por aproximadamente US$ 3.500.

 
Fonte: curtoecurioso
 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Novas regras para drones abrem guerra entre grandes e pequenos fabricantes

Pequenas empresas do setor temem ser prejudicadas por uma regulamentação que favorece somente as grandes companhias do setor

A batalha em torno de novas regras para aeronaves não tripuladas nos Estados Unidos está opondo dois polos da indústria de drones com culturas bastante diferentes: empresários do setor de alta tecnologia contra grandes empresas aeroespaciais e de defesa.
 
Boeing, Northrop Grumman e outros grandes do setor aeroespacial são os representantes oficiais da indústria, com milhares de drones vendidos para o exército americano e de outros países. Muitos têm alta potência e preços elevados. Alguns possuem envergadura maior que a de um Boeing 737 e custam até US$ 93 milhões.
 
Enquanto isso, novatas, como a PrecisionHawk e a SZ DJI Technology, lançam aparelhos leves e de baixo custo usados para produzir filmes, inspecionar imóveis e monitorar safras. Muitos desses drones são manuais e podem ser comprados no Wal-Mart por algumas centenas de dólares. Esses aparelhos devem conquistar o mercado comercial a ser aberto pelas novas regras, dizem analistas.
 
Os dois grupos possuem sensibilidades e nichos de clientes diferentes e até se reúnem em conferências distintas. Eles sempre existiram amigavelmente, com as grandes empresas atendendo as forças armadas e as firmas menores, os usuários civis. Mas, agora, a relação entre eles azedou diante das iniciativas para influenciar regulamentações há muito adiadas e da maior convergência do mercado provocada pelo aquecimento da demanda por drones.
 
Em meio à ausência de regras claras para aeronaves não tripuladas, a Administração Federal da Aviação (FAA, na sigla em inglês) proibiu o uso comercial de drones nos EUA que não tenham sido aprovados pela agência reguladora. Muitos cineastas, produtores rurais e outros estavam usando pequenos drones sem o consentimento do governo, embora a FAA tenha aprovado somente o uso de dois drones comerciais, ambos no Alasca. A FAA planeja ainda este ano propor regras para pequenos drones que poderiam ajudar a decidir qual dos dois grupos irá prosperar nesse mercado.
 
Muitos pequenos fabricantes de drones e empreendedores acusam as grandes empresas de favorecer uma regulamentação restritiva para criar barreiras no mercado e proteger sua posição. "Ninguém diz isso em voz alta, mas sabemos que a situação é essa", diz Sven Juerss, diretor-presidente da fabricante alemã de drones Microdrones. As grandes "investiram milhões em grandes drones e querem vendê-los durante o maior tempo possível."
 
As grandes fabricantes de drones rebatem a acusação. Elas fizeram um lobby intenso em Washington pela aprovação das regras, mas dizem que dependem da FAA para abrir o espaço aéreo aos equipamentos de todos os fabricantes - se forem seguros. "Não há ninguém com um interesse mais legítimo na evolução segura das regras [de drones] do que as grandes empresas, porque elas são as que mais podem perder se isso não for feito direito", diz John Langford, diretor-presidente da Aurora Flight Sciences, que auxilia no desenvolvimento e construção de grandes drones.
 
Alguns observadores dizem que a indústria de drones está pronta para se tornar um caso clássico de rompimento tecnológico, onde dispositivos baratos e menos potentes tomam o mercado de aparelhos mais caros e avançados. Eles comparam o momento atual dos drones à transição, nos anos 80, dos grandes computadores industriais para os PCs.
 
As grandes companhias aeroespaciais "são os [computadores] mainframes dessa indústria [...] Nós somos os computadores pessoais", diz Chris Anderson, ex-editor da revista de ciência e tecnologia "Wired" e fundador da fabricante de drones 3D Robotics, nascida em 2009.
 
Patrick Egan, um ativista de defesa dos drones que mora em Sacramento, Califórnia, fechou sua empresa fotográfica, que utilizava drones caseiros, em 2007, depois que a FAA proibiu o uso comercial dos aparelhos.
Através da internet, ele se tornou um dos principais críticos da FAA e das grandes companhias aeroespaciais, que ele acusa de conluio para manipular a criação das regras.
 
Em maio, Egan realizou uma conferência para os pequenos fabricantes de drones. Ele criticou os comitês consultores da FAA, que são formados por executivos das grandes fabricantes, por recomendar regras que iriam prejudicar os pequenos empreendedores.
 
Por exemplo, um participante do comitê, que trabalha na ASTM International, empresa que desenvolve normas técnicas, recomendou que a FAA exija dos fabricantes de drones programas extensivos de qualidade e manuais de padrão militar. "Meu Deus, não sei onde vou colocar a equipe de produção do manual porque a equipe de qualidade vai ficar na garagem", disse ele aos participantes do evento.
 
Paul McDuffee, que dirige a área de relações com o governo da fabricante de drones Insitu, da Boeing, diz que as empresas aeroespaciais estão fazendo lobby por regras que irão beneficiar todos os fabricantes e usuários. "Certo, errado ou indiferente, [Egan] vai se beneficiar disso, embora ele continue a atirar pedras em quem tem trabalhado muito para chegar a esse ponto", diz McDuffee.
 
Embora a maioria dos drones das grandes empresas sejam caros, várias empresas desenvolveram aparelhos menores para o mercado comercial. A AeroVironment vende um quadricóptero que está sendo usado por diversos departamentos de polícia nos EUA e a Lockheed Martin já está alugando seu quadricóptero Indago, que cabe numa mala, para agricultores.
 
Mesmo assim, as duas empresas afirmam que não estão focando em consumidores para drones de baixo custo e que seus nichos continuam sendo as forças armadas e grandes corporações.
Um relatório divulgado em setembro pelo Departamento de Transporte dos EUA afirma que a maioria dos drones comerciais virá de fabricantes de veículos do tipo controlado por rádio, em oposição aos fornecedores de aeronaves para o Departamento de Defesa e para agência do governo.
 
 O relatório prevê que, "à medida que o uso [de drones] se tornar mais comum, os fornecedores do Departamento de Defesa devem entrar seriamente no mercado comercial".

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Máquina Supercomputador faz-se passar por um ser humano.

Um supercomputador mostrou ter a capacidade para ter um pensamento próprio e chegou mesmo a enganar os jurados durante uma prova, que não conseguiram identificar as respostas de um ser humano e de um computador.
                                 
Supercomputador faz-se passar por um ser humano
 
Um supercomputador passou o Teste de Turing e mostrou que tem a capacidade para ter um pensamento próprio, de acordo com os critérios da prova, segundo o TeK.
Eugene Goostman tentou passar-se por um humano mas era afinal um programa criado para se fazer passar por um adolescente ucraniano de 13 anos.  Alan Turing criou esta prova para avaliar o nível de sofisticação da inteligência artificial de um computador.

Caso os interlocutores da máquina não conseguissem distinguir quais as respostas de um humano, tal significaria que a máquina tinha uma capacidade de raciocínio idêntica à de um humano.

As desvantagens das tecnologias modernas para os jovens

Os jovens de hoje estão expostos à tecnologia digital de uma maneira nunca antes vista. A tecnologia moderna pode se tornar um componente invisível e, ao mesmo tempo, fundamental em suas vidas. Como o conhecimento tecnológico é quase um requisito para conseguir um emprego nos dias de hoje, esse estilo de vida digital pode ser muitas vezes vantajoso, mas a tecnologia pode ser uma faca de dois gumes.

Escrito por alan valdez | Traduzido por elisa lacerda de Freitas

As desvantagens das tecnologias modernas para os jovens
As gerações mais jovens nem conseguem se lembrar ou imaginar a vida antes da era digital
Child playing computer image by Ilya Postnikov from Fotolia.com
 

Déficit de atenção induzido pela tecnologia

 
A prevalência do transtorno de déficit de atenção em crianças tem aumentado drasticamente na chamada "Geração Nintendo". De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual de Washington e compilado a partir da Pesquisa Nacional de Assistência Médica Ambulatorial de 1990 a 1995, os casos de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) diagnosticados a cada ano quase dobraram naquele período.
 
 Isso não é surpresa, já que aqueles anos foram marcados pela proliferação de computadores multitarefa e consoles de videogame. "Grande parte do conteúdo da televisão e dos vídeo games envolve mudanças bruscas de atenção, uma vez que o espectador muda o foco de um alvo para outro ou reorienta-se devido a movimentos rápidos ou um novo ângulo de visão", afirmam os pesquisadores Bartlet, Anderson e Swing da Universidade Estadual de Iowa. "Esse ritmo rápido parece ser um elemento importante para a associação entre a exposição aos vídeo games e ao déficit de atenção", eles concluem.

Informação demais

Informação em excesso pode ter efeitos negativos, particularmente em se tratando de tecnologia. Um estudo realizado pelo Pew Internet & American Life Project demonstrou que quase 60% dos jovens de 12 a 17 anos que foram entrevistados já tinham sido abordados por estranhos na internet. Pesquisas semelhantes compiladas pelo governo de Michigan constataram que 29% das crianças que utilizam a internet divulgariam seu endereço, enquanto 14% divulgariam seu e-mail. Além disso, uma em cada cinco crianças já recebeu uma solicitação sexual online.

Consumismo e dependência tecnológica

Para muitos jovens, ser incapaz de adquirir os "gadgets" mais recentes significa ser excluído das atividades sociais de seus amigos. "Os jovens crescem neste mundo artificial em que a utilização de dispositivos tecnológicos é normal", explica Claus J. Tully, um pesquisador do Instituto da Juventude Alemã, em seu artigo "Crescendo em mundos tecnológicos". "'Gadgets como celulares, computadores e 'palms' (computadores portáteis), estruturam suas vidas e afetam, por exemplo, sua maneira de marcar compromissos, sua linguagem ou suas preferências estéticas", ele observa. "'Gadgets são indispensáveis."

Perda de diversidade e individualidade

Na era digital, até os cantos mais remotos do mundo estão a apenas um clique de distância. No entanto, muitos jovens buscam sites 'americanizados', isto é, comerciais globalizados e rotulados, como destaca Sonia Livingstone, pesquisadora da Escola de Economia e Ciência Política de Londres. Os jovens em todos os lugares assistem aos mesmos programas de TV e querem os mesmos 'gadgets' e os mesmos jeans de grife.

Exclusão digital

 
Outra contradição da tecnologia: a possibilidade de comunicação quase universal pode criar novas barreiras como, por exemplo, exclusão por gênero. Como o estudo do pesquisador Claus Tully concluiu, mais da metade dos homens e apenas 9% das mulheres afirmaram ter grande interesse em tecnologia. Da mesma forma, as diferenças de conhecimento tecnológico tendem a criar abismos entre as gerações digitais, enquanto os custos para desenvolver tecnologias de ponta criam uma grande distância entre os jovens de países desenvolvidos e aqueles de regiões menos prósperas.
 
Fonte: ehow.com.br

A importância da tecnologia moderna

A tecnologia tornou-se tão enraizada na concepção de uma sociedade moderna que os dois são quase inseparáveis. Os países em desenvolvimento tentam obter melhores serviços públicos, mais veículos, computadores mais rápidos e bons prestadores de internet e telefone celular, porque é isso que faz uma sociedade moderna. A tecnologia moderna deve ser implementada com o objetivo de realizar as façanhas exigidas por uma sociedade.

Escrito por neal litherland | Traduzido por milton acevedo
 

Saúde

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Um dos maiores benefícios da tecnologia moderna é que a saúde e a longevidade humana têm melhorado devido à sua aplicação. Conforme nosso entendimento sobre o corpo humano e suas funções melhora e à medida que são criadas novas ferramentas para ajudar a curá-lo (laser, ultra-sonografias, medicamentos melhorados e ferramentas cirúrgicas não-intrusivas, apenas para citar alguns), a expectativa de vida se prolonga. Além disso, os pacientes podem viver mais confortavelmente e se recuperar de ferimentos e doenças que meio século atrás teriam sido fatais. Em muitos casos, essas pessoas vivem de forma completa e produtiva.

Comunicação

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A tecnologia moderna revolucionou a forma como as pessoas se comunicam. Desde a Segunda Guerra Mundial, os meios de telecomunicações e a comunicação de massa têm crescido rapidamente. Rádio, telefone, satélite de comunicação, a tecnologia celular, internet sem fio... Nos dias de hoje, duas pessoas podem conversar através de um computador mesmo estando em lados opostos do planeta. A comunicação diminuiu o mundo, conectando pessoas de todas as culturas e origens.

Recursos

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A tecnologia moderna permite que recursos sejam expandidos e faz com que os que não eram utilizados anteriormente possam ser aproveitados. Se a eletricidade é a força vital de uma sociedade moderna, por exemplo, hoje podemos aproveitá-la de novas maneiras. Usinas movidas a carvão e turbinas a gás são úteis, mas são tecnologias antigas. Geradores eólicos e marítimos usam tecnologia moderna para controlar as forças da natureza em uma escala que nossos antepassados ​​teriam pensado ser impossível. A tecnologia moderna também forneceu maneiras de produzir mais alimentos, transportar mais pessoas e fazer mais produtos para uma sociedade que cresce cada vez mais.

Conhecimento

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O que a tecnologia moderna realmente representa é um aumento no conhecimento e na forma em que as pessoas podem usá-lo. Ela geralmente é o resultado direto de descoberta e experimentação. A tecnologia é definida como o método científico a ser utilizado para atingir um objetivo comercial ou industrial. Portanto, para criá-la, temos que partir de uma base maior de conhecimento e compreensão. À medida que a tecnologia melhora, o conjunto de conhecimentos também avança.

Um panorama geral

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A tecnologia também é a aplicação de conhecimento, ciência e ferramentas para realizar tarefas de forma mais eficaz. Basta observar como a tecnologia tornou-se entrelaçada com a vida moderna para perceber como isso pode ser importante. Ela permite que muitas empresas funcionem adequadamente, que muitas pessoas possam trabalhar em casa e ajuda as organizações ao redor do mundo se comunicar. A tecnologia moderna constrói próteses, cria invenções cirúrgicas e aumenta a quantidade de alimentos para uma população que cresce rapidamente. Cria veículos mais eficientes e permite à humanidade expandir ainda mais o seu conhecimento.
 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Trem extremamente luxuoso será lançado no Japão em 2017.




Japão é um país que possui verdadeiro fascínio por trens, especialmente aqueles que são altamente tecnológicos e modernos. Como grande parte dos percursos de trens foi privatizado no país no fim dos anos 80, empresas que desejaram investir em modelos mais rebuscados de transporte puderam criar seus veículos e desenhos arrojados com maior liberdade, trazendo desginers de outras áreas para auxiliar nesse processo.

 O ex-designer da Ferrari, Ken Okuyama, é um desses indivíduos.
A empresa JR East chamou Okuyama para desenhar os modelos do chamado “trem-cruzeiro”, que tem como conceito ser um verdadeiro trem de luxo no Japão. Os vagões do trem somam em conjunto mais de US$ 50 milhões e certamente serão disputados por alguns milionários – as passagens não devem ser nem um pouco baratas com base nos serviços oferecidos.

Só de olhar no interior das imagens conceituais já podemos visualizar o exagero presente em todos os compartimentos.
O “trem-cruzeiro” já está no processo de desenvolvimento pela JR East e é esperado para entrar efetivamente em circulação só em 2017 – o interessante é que o imenso veículo poderá andar em trilhos elétricos ou normais, podendo ser adaptado conforme o trajeto.

O trem terá capacidade para somente 34 passageiros, porém eles terão à disposição suítes, quartos duplos, salas, entre muitos outros cômodos. Veja algumas imagens conceituais logo abaixo:






Fontes
Imagens

Cientistas fazem descoberta que pode evitar envelhecimento de baterias.


Toda vez que as baterias descarregam, os íons de lítio (Li+) presentes nelas carregam uma carga elétrica de um ânodo até o cátodo. Quando os íons fazem a viagem de volta, as baterias são recarregadas e nossos eletrônicos voltam à vida.

 No entanto, a repetição desse processo não é exatamente perfeita, uma vez que toda vez em que ele é realizado, os íons de lítio acabam causando mudanças na estrutura física dos eletrodos e o resultado final todos nós conhecemos – afinal, quem não teve algum celular ou outros eletrônicos que não sobrevivia a uma hora fora da tomada?

Enquanto isso já era um processo conhecido, as razões que levavam aos danos ainda era um mistério. No entanto, dois estudos publicados no jornal científico Nature Communications por equipes do Departamento de Energia americano revelam padrões de degradação nas baterias até então desconhecidos.

“Contrariamente a observações feitas anteriormente, as reações causadas pelos íons de lítio causam a erosão de materiais de maneira não uniforme, procurando vulnerabilidades intrínsecas na estrutura atômica dos materiais da bateria da mesma maneira que a ferrugem se espalha de maneira não uniforme pelo aço”, explicou o cientista e co-autor dos dois estudos Huolin Xin, do Centro de Pesquisa para Nanomateriais Funcionais de Brookhaven (CFN).

Blindagem contra o processo

Ao descobrir como os íons de lítios deterioram aos poucos as baterias recarregáveis, os cientistas podem trabalhar agora em formas para impedir que isso aconteça. Entre as sugestões propostas por Xin, está a utilização de elementos para realizar uma espécie de nanoblindagem nos materiais que compões as baterias.

Deve demorar, no entanto, até que essas tecnologias sejam desenvolvidas e possam chegar até o mercado consumidor. Ainda assim, é bastante animador pensar que materiais que se tornaram fundamentais para a vida moderna possam se tornar mais sustentáveis futuramente.

Fontes